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Um ciberdiário para escrever um pouco sobre Música Popular Brasileira
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Terça-feira, Dezembro 23, 2003
Claudio Nucci: o Cd Casa da lua cheia e algumas participações O cantor, violonista e compositor paulista Claudio Nucci integrou os grupos Semente, Boca Livre, Banda Zil e atuou em duo com Zé Renato. Em 2000, Claudio retornou ao Boca Livre, substituindo Zé Renato, que resolveu dedicar-se exclusivamente à sua carreira solo. Claudio foi gravado pelo Quarteto em Cy, Boca Livre, Zé Luiz Mazziotti, Nana Caymmi, dentre outros. Em 2000, lançou, pela Lua Discos, o Cd "Casa da lua cheia", em que passeia por variados ritmos, registrando, com sua voz doce e bela, composições suas, como Sapato velho (com Mu Carvalho e Paulinho Tapajós); Casa da lua cheia e Choro nordestino (com Paulo César Pinheiro); A porca torce o rabo no forrobodó, Baião levado e Toca pra ver (com Murilo Antunes); Meu silêncio (com Luiz Fernando Gonçalves); Toada (com Zé Renato e Juca Filho) e Mar de mineiro (com Cacaso). Esse belíssimo trabalho traz ainda as faixas Voz (Sérgio Santos e Paulo César Pinheiro); Alegre menina (Jorge Amado e Dori Caymmi); Carro de boi (Cacaso e Maurício Tapajós); Suíte dos bois, composta por Bela cigana (Almirzinho Gabriel), Bela mocidade (Donato) e Som meio boi (Nucci e Babal) e a penúltima, que compreende Raio de luar (Nucci) e Não tem choro nem viola (Nelson Ângelo).
O álbum foi produzido por Sérgio Oliveira e Claudio Nucci e contou com as participações especiais de Paulinho Moska, Vital Lima, Nilson Chaves, Eudes Fraga, Edmar da Rocha e Graça Almeida. Há ainda as presenças de Paulo Bellinatti, Marcos Suzano, Marcelo Bernardes, Guinga, Jorge Hélder, Itamar Collaço, dentre outros. Claudio participou dos Songbooks Chico Buarque (Suburbano coração), Djavan (Violeiros), Tom Jobim (Ana Luiza), Ary Barroso (Canta, Maria, em dueto com Clara Sandroni) e Dorival Caymmi (Santa Clara clareou e Horas, em dueto com Nana Caymmi). Ele marcou presença nos álbuns Homens partidos, de Felipe Radicetti (Homens partidos), Álbum de teatro (Salmo, em dueto com Zé Renato). Sexta-feira, Dezembro 19, 2003
Nina Joh no Toq Final A cantora e violonista Nina Joh é uma das integrantes do grupo vocal Mulheres de Antenas, juntamente com Andréa França e Vytória Rudan. O trio é afinadíssimo e interpreta um repertório bastante eclético, com arranjos vocais belíssimos.
Nina se apresenta todas as quartas-feiras, no Bar Toq Final, no Leblon, e anteontem fui ouvi-la cantar. Ela valoriza cada canção, com interpretações singulares, impecáveis, mostrando-nos todo o seu potencial vocal. Ela cantou Pétala e Eu te devoro (Djavan), Eu sei que vou te amar (Tom e Vinícius), Fullgás (Marina Lima e Antonio Cícero), Final feliz (Jorge Vercilo), entre outras. Como ponto alto do show, destaco suas interpretações em Flor-de-ir-embora (Fatima Guedes), Acaso (Ivan e Vitor Martins) e Todo sentimento (Cristóvão Bastos e Chico Buarque). O show contou com as presenças ilustres das cantoras Leila Maria e Fhernanda, que deram uma canja. Leila cantou This Masquerade; e Fhernanda, Açaí, Definitivamente, dentre outras. Em dueto, Nina e Fhernanda cantaram Sina e Acontece. A noite foi agradabilíssima e, com certeza, merece bis. Quinta-feira, Dezembro 18, 2003
A dupla Superlisa no Mistura Fina Terça-feira, dia 9 de dezembro, Clarisse Grova e Felipe Radicetti subiram ao palco do Mistura Fina, para fazer o lançamento do Cd Superlisa, que trouxe uma nova proposta sonora, aliando música eletrônica à MPB. A voz linda e inconfundível de Clarisse e os arranjos geniais de Felipe tornaram a nossa noite especialíssima, que contou também com a participação do violonista e percussionista João Cantiber.
Do repertório do Cd, a dupla apresentou O tal trem, Coração, Import(ânsia), Um outro fado, Indiviso, Marrento, Livro em branco, entre outras. Eles incluíram ainda no show, além dessas composições do álbum, a canção instrumental Silêncio, de Radicetti; Bye bye Brasil e Qualquer canção, compostas por Chico Buarque; e o samba Cravo e ferradura, parceria de Clarisse com Cristóvão Bastos e Aldir Blanc, que ganhou um arranjo a quatro mãos, assinado pela dupla Superlisa. O músico Victor Biglione também marcou presença nesse espetáculo, acompanhando a dupla na canção Rude Pedra, composta por Felipe, em parceria com Luiza Haranda. Domingo, Dezembro 07, 2003
São bonitas as canções na voz de Marianna Leporace A cantora carioca Marianna Leporace iniciou sua carreira profissional, atuando em musicais infantis e cantando na noite do Rio. Integrou os grupos vocais Zinnziver, Maite-Tchu e Octopus. Em 95, deu início à sua carreira solo com o show "Crônica 90", em que cantou um repertório pop com raízes brasileiras. Em 99, apresentou o show "São bonitas as canções", ao lado da pianista Sheila Zagury, em que cantou parcerias de Chico Buarque e Edu Lobo, compostas para o teatro. Esse espetáculo deu origem ao cd de mesmo nome, lançado em 2000, de forma independente, que nos brindou com as interpretações vocais primorosas de Marianna e o piano majestoso de Sheila. O repertório incluiu as canções Na Carreira, O Circo Místico, Meia-Noite, Verdadeira embolada, Nego Maluco, Tororó, A história de Lily Braun, Tango de Nancy, Abandono, Beatriz, Na ilha de Lia, no Barco de Rosa, Valsa brasileira, Choro Bandido, Bancarrota Blues e Na carreira (vinheta). Esse trabalho contou com as participações especiais de Chico Buarque (Tororó) e de Edu Lobo (Na ilha de Lia, no Barco de Rosa). |
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