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Um ciberdiário para escrever um pouco sobre Música Popular Brasileira
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Sexta-feira, Outubro 31, 2003
O disco de estréia de Diana Pequeno Com sua voz doce e bela, a cantora baiana Diana Pequeno, ao longo de sua carreira, já gravou os mais variados estilos musicais. Como compositora, ela nos brindou com Paisagem (Canção da menina e moça), Missão da Terra sem males, Hoje te vi de longe, Tudo no olhar, Imagens e sentimentos (com Capenga), entre outras. "Diana Pequeno", seu primeiro álbum, foi lançado em 78, pela RCA. O disco traz as músicas folclóricas Mestre Marajó - canto de Pajelança (Adaptação Dercio Marques) e Cuitelinho (Adaptação Paulo Vanzolini). O repertório inclui ainda Canção de fogo e Anjo de São Raquel (Candido de Jesus Silva), Assim preto e brasa branca (Jorge Alfredo e Antônio Risério), Milonga de andar lejos (Daniel Viglietti), Águas do sertão - Fio d'água (Fernando Lona, Carlos Pita e Ubaldo), Relvas (Dercio Marques e Cláudio Murillo), Blowin' in the Wind (Bob Dylan - versão Diana Pequeno), Los caminos (Pablo Milanês), Laços (Carlos Pita), Acalanto (Elomar) e Disfarce (Sergio Sá). Esse trabalho conta com as presenças dos grupos Bendegó e Maria Déia, de Dercio, Osvaldinho, Sergio Sá, Zé Gomes, Silvano, entre outros.
Seus discos "Diana pequeno" e "O mistério das estrelas" foram relançados em Cd na série 2 em 1 da BMG. Para ler o post sobre o último trabalho de Diana, o Cd "Cantigas", clique aqui. Terça-feira, Outubro 28, 2003
"Inteira pra mim": Cd que marca o início da carreira solo de Lucina A cantora, compositora e instrumentista Lucina deu início a sua carreira artística em 67, integrando o Grupo Manifesto, ao lado de nomes, como Gracinha Leporace, Mariozinho Rocha, Fernando Leporace, Guto Graça Melo, entre outros. No início da década de 70, formou dupla com a cantora e compositora Luli, e juntas compuseram muitas preciosidades da MPB, como Bandolero, Coração aprisionado, Me rói, Doçura forte, Terra e Lua, De Marte, entre outras, que estão eternizadas em nossos corações e mentes. Foram 25 anos de carreira da dupla Luli e Lucina, que foram registrados em álbuns primorosos. Pesquisadora de ritmos e instrumentos de percussão, compõe jingles, músicas para teatro e dança, e atua também como diretora musical de álbuns e shows de outros artistas.
Ney Matogrosso, Zélia Duncan, Joyce, Verônica Sabino, Nana Caymmi, Tetê Espíndola e Vânia Bastos são alguns dos intérpretes da nossa música que gravaram Lucina. O Cd "Inteira pra mim", lançado em 99, pela Dabliú Discos e indicado para o prêmio Sharp, marca o início de sua carreira solo. Em 2001, esse álbum foi lançado na Europa e no Japão, com o título de "Rosa Cálida", contendo duas canções a mais. Dona de uma voz marcante e afinadíssima, Lucina valoriza cada canção desse trabalho com interpretações primorosas. O repertório traz composições suas, em parceria com Luli (Génève, Choro de viagem e A onda), Zélia Duncan (Inteira pra mim, Coração na boca, Lar lunar e Familiar), Sérgio Crespo (Melhora assim), João Gomes (Rosa Cálida e No fundo de mim) e Alzira Espíndola (Maria pode crer). Esse álbum é excelente e teve a direção musical de Marisa Avellar. Há as presenças de Adriano Souza, André Carneiro, Murilo O' Reilly e a participação especial de Ney Marques no bandolim.
Em breve, voltarei a escrever sobre outro trabalho de Lucina, o Cd "Ponto sem nó". Domingo, Outubro 26, 2003
"Filha da Pátria": álbum que registra um pouco da alma feminina Cris Delanno, no início de sua carreira, se apresentava em casas noturnas, bailes e gravava jingles publicitários e, ao longo desses anos, já percorreu diversos ritmos e estilos, mostrando versatilidade musical e muito talento. Em 2001, lançou o Cd "Filha da Pátria", dedicado ao universo feminino, em que Cris nos revela, mais uma vez, ser uma cantora madura, que alia perfeitamente técnica vocal à emoção. O repertório inclui as canções Brasil de Oliveira da Silva do Samba e Encontro marcado (Altay Veloso e Paulo César Feital), Minha missão (João Nogueira e Paulo César Pinheiro), It's a long way (Caetano Veloso), Ânima (Milton Nascimento e Zé Renato), Camisa amarela (Ary Barroso), Cigana (Nonô e Paulo Roberto), Yes, Zé Manés (Guinga e Aldir Blanc), O melhor da música brasileira (Fred Martins e Suely Mesquita), Lei da gravidade (Fred Martins e Marcelo Diniz) e Fantasia (Chico Buarque). Esse álbum foi produzido por Paulo César Feital, e a direção musical e os arranjos ficaram a cargo de Leandro Braga. Há ainda as presenças de Beto Cazes (percussão), Marcello Gonçalves (violão de sete cordas), Jamil Joanes (baixo elétrico), Glaucio Ayala (bateria), Luiz Meira (guitarra), entre outros.
Cris Delanno e Roberto Menescal, recentemente, lançaram o Cd "Eu e Cris" e, assim que conferir esse novo trabalho, falarei acerca dele aqui. Quarta-feira, Outubro 22, 2003
Clarisse Grova no Toq Final Clarisse Grova, movida pelo prazer de cantar, canaliza toda a sua emoção em interpretações inesquecíveis. Ela literalmente brinca com a voz e, sexta-feira passada, nos presenteou com um belíssimo show no Bar Toq Final, no Leblon. Acompanhada pelo violão virtuoso de João Cantiber, Clarisse cantou as suas composições O tal trem, Coração, Orlando e Ivete (com Paulo César Feital) e a inédita Aviso prévio. O repertório reuniu ainda canções de Caetano (Como dois e dois, Desde que o samba é samba, Dor de cotovelo e Dom de iludir), Chico (Tango de Nancy, Eu te amo e Choro bandido), Tom e Newton Mendonça (Caminhos cruzados), Paulo César Feital (Zunido) e Jacques Brel (Ne me Quitte Pas). O show contou com presenças ilustres na platéia. A cantora e compositora Irinéa Maria deu uma canja, acompanhando Clarisse ao violão, na canção Ave perfeita (Irinéa e Nei Leandro). Logo após quem assumiu o violão foi o cantor e compositor Tavito, que a acompanhou em Pálida e Privação de sentidos, ambas compostas por ele e Aldir Blanc. Transcrevo aqui, com a autorização de Tavito, uma mensagem sua, enviada à lista de discussão M-Música, que resume bem o clima do show. "Falar da Clarisse (não a Lispector, a Grova) para mim é falar de velhos vícios. Essa moça trabalha comigo há coisa de 20 anos - e, incrível, me surpreende a cada dia. Fiquei sabendo, aqui pela lista, que ela faria um show hoje no Toq Final; peguei a Celina e fui. Como recentemente estavam em discussão por aqui as óbvias desvantagens de se tocar/cantar em barezinhos e restaurantes, só quero registrar um detalhe para vocês: foi a primeira vez na vida que vi talheres, copos e vozes se calarem por completo num restaurante, subjugados por um poder maior. E que poder, moçada. A voz absoluta, que brinca e vibra nos médios, graves, agudos e muito agudos, sempre cristalina e afinada como uma seta no centro do alvo, vai da delicadeza à violência em três pulos e enche o coração dos desavisados presentes de brilhos sem fim. Ver e ouvir a Clarisse cantando assim, acompanhada apenas de um violão (bem tocado, aliás, o João Cantiber é um craque) é um presente raro hoje em dia." Quinta-feira, Outubro 16, 2003
Quarta-feira, Outubro 15, 2003
O primeiro álbum solo de Augusto Martins O cantor Augusto Martins tem sido bastante elogiado pelo público e pela crítica por suas belíssimas interpretações. Lançou em 97, pela Dabliú Discos, o Cd "Augusto Martins", seu primeiro álbum solo, em que nos presenteia com pérolas da nossa música, como Pois é, Seu Zé (Gonzaguinha), Muito obrigado e Samba dobrado (Djavan), O show tem que continuar (Sombrinha, Arlindo Cruz e Luiz Carlos da Vila), Coração sem saída (Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro), Meu silêncio (Cláudio Nucci e Luiz Fernando Gonçalves), Todo sentimento (Cristóvão Bastos e Chico Buarque), Mistério da raça (Luiz melodia e Ricardo Augusto), Nasci pra sonhar e cantar (D. Ivonne Lara e Délcio Carvalho), Cordas de aço (Cartola), Hoje (Taigara), Pra que chorar (Baden Powell e Vinícius de Moraes), Meu Rio (Humberto Teixeira) e Súplica (João Nogueira e Paulo César Pinheiro). No álbum, há a participação de Paulo Brandão nas canções Muito obrigado e Samba dobrado. Os arranjadores foram Paulo Malaguti, Josimar Monteiro e Renato Alvim e o Cd contou ainda com as presenças de Marcelo Bernardes, Beto Cazes, Ovídio, Gustavo Martins, Israel Meirelles, Ney Conceição, entre outros.Terça-feira, Outubro 14, 2003
Mônica Salmaso: seu terceiro álbum e algumas participações A cantora paulistana Mônica Salmaso, em 99, venceu o Prêmio Visa de MPB - Edição vocal, que lhe rendeu a gravação de seu terceiro álbum solo, "Voadeira". Mônica tem uma voz belíssima e, nesse álbum, ela alia técnica vocal e emoção a um repertório primoroso, escolhido a dedo. O Cd reúne as canções Dançapé (Mario Gil e Rodolfo Stroeter), O vento (Dorival Caymmi), Valsinha (Vinícius de Moraes e Chico Buarque), Canto em qualquer canto (Ná Ozzetti e Itamar Assunção), Silenciosa (Fátima Guedes), Beradêro (Chico César), A violeira (Tom Jobim e Chico Buarque), Senhorinha (Guinga e Paulo César Pinheiro), Cara de índio (Djavan), Juparanã (Joyce e Paulo César Pinheiro), Negrinho do pastoreio (Joyce e Silvia Sangirardi), Minha palhoça (J. Cascata), Ilú-Ayê - Terra da vida (Cabana e Norival Reis), Ave Maria no morro (Herivelto Martins) e Canário do reino (Carvalho e Zapatta). Os arranjos, desse Cd, são cuidadosos, excelentes e foram feitos por feras da nossa música, como Toninho Ferragutti, Mario Gil, Paulo Bellinati e Benjamin Taubkin. Há também as presenças de Marcos Suzano, Teco Cardoso, Guello, Lelo Nazario, entre outros. Rodolfo Stroeter e Mônica Salmaso assinaram a direção musical.
Mônica participou dos álbuns "Songbook Tom Jobim" (A felicidade); "Descobrindo João Pernambuco" - Leandro Carvalho (Choro nº 1); "Cordas Cruzadas" - Quarteto Maogani (Guingando); "Canções de Tom e Vinícius" - O mestre Leo Peracchi e a Jazz Sinfônica (As praias desertas, Soneto da separação e Eu sei que vou te amar); entre outros. Quinta-feira, Outubro 09, 2003
Clarisse Grova: seus primeiros trabalhos e participações A carioca Clarisse Grova é uma cantora excepcional e sempre nos emociona com sua voz linda e interpretações intensas. Como compositora, nos brindou com belas canções, como Coração, O tal trem, Import(ânsia), Cravo e ferradura (com Cristóvão Bastos e Aldir Blanc), Bravas mulheres e Um outro fado (com Paulo César Feital), Marrento (com Felipe Radicetti), Pequena canção de amor (com Cristina Saraiva), entre outras. Ela iniciou sua carreira em 75, fazendo apresentações em bares do Rio e em cidades do interior. Seu primeiro disco, o compacto "Eu mereço" foi lançado em 81, pela Copacabana Discos, trazendo além da faixa-título, a canção O amor. Em 83, lançou o compacto "Clarisse", pela EMI-ODEON, contendo as composições Última noite, de Cláudio Cartier e Paulo César Feital, e Terra do fogo (Possível canção de amor), de Sueli Costa e Tite de Lemos. Em 85, também pela EMI-ODEON, lançou "Clarisse", seu primeiro LP, em que interpreta as canções O ano do rato (Renato Ladeira e Claudio Rabello); Canção de acordar (Flávio Venturini e Vitor Hugo); Viver, viver (Lô Borges, Márcio Borges e Murilo Antunes); Capricho (Sueli Costa e Abel Silva); Americano (Renato Ladeira e Claudio Rabello); Doce, doce (Aécio Flávio e Paulinho Tapajós); Mil corações (Fernando Gama e Sergio Natureza); Filhos de verão (Sueli Costa e Capinan). Esse disco incluiu ainda Última noite e Terra do fogo (Possível canção de amor), composições que fizeram parte de seu trabalho anterior. A direção de produção ficou a cargo de Renato Corrêa, e a produção executiva foi assinada por Claudio Rabello. As orquestrações e regências foram feitas por grandes artistas da nossa música, como Renato Ladeira, Flávio Venturini, Eduardo Souto Neto, Cesar Camargo Mariano, Jota Moraes e Tavito.
Clarisse participou dos álbuns "Aldir Blanc-50 anos" (Reencontro), "O samba sabe o que quer", de Guilherme Godoy (Primeira audição), "Cem anos de Copacabana" (Um mar de cidade), "Isto é que é MPB - vol. 2" (A rosa e o espinho, Flor de Liz e Pra não dizer que eu não falei de flores) e "Só canção", de Cristina Saraiva (Além-mar e Pequena canção de amor). Ela participou também do Cd "Gosto de Brasil", de Nonato Luiz, Djalma Corrêa e Luiz Alves, em que fez belíssimos vocalizes em Baião cigano e Mangabeira. Vale ainda citar a participação de Clarisse no LP "Solitude" (81), do brasileiro Morris Albert, cantando em dueto a canção Heaven. Leia também um texto anterior, em que falo acerca do cd "Superlisa", de Clarisse Grova em parceria com Felipe Radicetti. Quarta-feira, Outubro 08, 2003
Verônica Sabino: seu álbum de estréia e algumas participações A cantora e compositora carioca Verônica Sabino integrou o grupo vocal Céu da Boca, com o qual gravou os discos "Céu da boca" (81) e "Baratotal" (82). Em 84, participou do álbum "Juntos", de Ivan Lins, fazendo com ele um belíssimo registro da composição Começar de novo. Dona de uma bela voz, Verônica inaugurou sua carreira solo com o disco "Metamorfose", lançado em 85, pela Polygram Discos, contendo as canções Metamorfose Ambulante (Raul Seixas), Vitoriosa (Ivan Lins e Vitor Martins), Dois mil e índio (João Bosco e Aldir Blanc), Palco (Luiz Avellar), Samba do avião (Tom Jobim), Heróis (Luiz Avellar), Muito romântico (Caetano Veloso), Coisa feita (João Bosco, Aldir Blanc e Paulo Emílio) e Rebento (Altay Velloso). Verônica e Ivan Lins fizeram dueto na canção Achados e perdidos, e os belos arranjos do álbum foram feitos pelo músico e compositor Luiz Avellar. Esse trabalho contou também com as presenças de Pisca, Ricardo Silveira, Carlinhos Bala, Léo Gandelman, Pascoal Meirelles, entre outros.
Verônica participou dos songbooks Chico Buarque (Maninha), Vinícius de Moraes (Valsa sem nome), Tom Jobim (Eu preciso de você), Dorival Caymmi (Doralice), Gilberto Gil (Roda), João Donato (Amazonas) e Noel Rosa (O orvalho vem caindo). Domingo, Outubro 05, 2003
Claudia Telles homenageia Nelson Cavaquinho e Cartola A cantora e compositora carioca Claudia Telles, filha do violonista Candinho e da cantora Sylvinha Telles, é uma das melhores intérpretes da nossa música. Com sua belíssima voz, em 95, lançou um álbum, dedicado aos compositores Nelson Cavaquinho e Cartola, grandes ícones da MPB. De Nelson, ela canta Folhas secas, Pranto de poeta, Quando eu me chamar saudade e Minha festa (compostas com Guilherme de Brito), A flor e o espinho (com Guilherme de Brito e Alcides Caminha), Rugas (com Ary Monteiro e Garcez) e Luz negra (com Amâncio Cardoso). De Cartola, há clássicos, como As rosas não falam, O mundo é um moinho, Acontece, Basta de clamares inocência e as parcerias O sol nascerá (com Elton Medeiros), Alvorada (com Hermínio Melo e Carlos Cachaça) e Corra e olhe o céu (com Dalmo Castelo).
Esse Cd foi produzido por Roberto Menescal e Raymundo Bittencourt, e os arranjos ficaram a cargo de Luiz Avellar. Há as presenças de Pascoal Meirelles, Barney, entre outros. Quinta-feira, Outubro 02, 2003
Jane Duboc canta Flávio Venturini Dona de uma voz aveludada e belíssima, a paraense Jane Duboc é, a meu ver, uma das melhores cantoras da nossa música. No fim da década de 60, foi estudar na Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, canto lírico, piano, flauta, orquestração e arte dramática. Lá se apresentava em bares, cantando Bossa Nova, Blues, Música Country e Jazz. Em 80, participou do Festival de Música Popular Brasileira da Rede Globo, com Saudade, composta por Nato Gomes e, em 82, com Doce mistério - tentação, de Tunai e Sergio Natureza. Em 95, ela lançou "Partituras", álbum dedicado à obra do cantor e compositor Flávio Venturini, com quem compôs e interpretou a canção-título. No final do Cd, essa mesma música ganha belos vocalizes de Jane. O Cd inclui ainda Sobre o mar (com Alexandre Blasifera); Besame, Só pra você, Pequenas maravilhas, Abracadabra paixão, Nascente e Sonho de valsa (com Murilo Antunes); Nuvens, Princesa, Noites com sol, Todo azul do mar e Anjo bom (com Ronaldo Bastos); Criaturas da noite (com Luiz Carlos Sá); Romance (com Juca Filho) e Linda juventude (com Márcio Borges).
Os arranjos foram feitos por Jota Resende, Ruriá Duplat, Natan Marques, Torquato Mariano e Flávio Venturini. Jane Duboc assinou os arranjos vocais; e há também, nesse trabalho, as presenças de Silvinho Mazzuca, Magno Alcântara, Álvaro da Silva, entre outros. O Cd foi produzido por Jorge Gambier e dedicado a Pedro Paulo Brandi, presidente do "Minas em Mim - Fã-Clube Jane Duboc". |
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